Versión Española
A partir da metade do século XIX, o café propicia ao Oeste Paulista, além de importância econômica, o aumento da população da região com a imigração européia, eminentemente italiana.
 
Os negócios trouxeram a reboque a necessidade de registro fiscal das vendas. Com ela, o papel tornou-se imprescindível. Faturas, memorandos, notas de vendas e todo o papel usado era importado. A necessidade de uma indústria que suprisse a demanda de papel crescia.
 
Em 1889, a Papel de Salto, nascia às margens do Rio Tietê cujas águas serviam de força motriz para a máquina que fabricava o papel. A inauguração da primeira fábrica de papel no Brasil e na América Latina foi notícia em todos os jornais da Capital e de outras cidades do Estado.
 
Os edifícios foram construídos em estilo manchesteriano com tijolos vermelhos sem revestimento. O granito, usado nos alicerces e partes inferiores, foi entalhado e esculpido por exímios canteiros, italianos e portugueses.
 
Na década de 70, O Banco Central do Brasil abriu licitação para produzir papel fiduciário no Brasil. A Arjowiggins, maior exportadora mundial de papel-moeda, venceu esta licitação e propiciou ao Brasil a autonomia na produção de papéis para impressão de cédulas e papéis de segurança. A primeira cédula impressa com papel nacional, foi a de 10 cruzeiros em 1978.

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